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Fonte: FIESP

Durante sua exposição, Vainzof classificou os dados pessoais como uma commodity essencial para a evolução tecnológica e o desenvolvimento da economia brasileira e garantiu que com a implementação da nova Lei, o Brasil passa a ser visto com outros olhos pela comunidade internacional.

“Éramos muito cobrados por isso e agora que temos o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR) brasileiro aumentaram as nossas possibilidades de atrair investimentos para o país”, disse o diretor.

O diretor enxerga a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados como fundamental para a eficácia plena da Lei e para a efetividade das diretrizes que serão definidas, uma vez que o órgão seria o grande responsável pela aplicação e fiscalização da Lei Geral de Proteção de Dados Brasileira.

“Se nós temos uma Legislação sem uma autoridade que possa aplicá-la e fiscalizá-la, isso pode ser um convite para a aplicação de multas injustas e falta de imparcialidade de certos órgãos, o que causaria prejuízo para as empresas e a sociedade como um todo”, alertou Vainzof.

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