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Fonte: Valor Econômico

A nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) impulsionou muito mais do que a busca pela segurança de informações de clientes e funcionários das companhias. A partir da promulgação da nova legislação, em agosto deste ano, a demanda pelo seguro contra riscos cibernéticos mais que dobrou, segundo empresas do ramo e especialistas.

A consultoria especializada em riscos, seguros e previdência Willis Tower Watson, por exemplo, indica um aumento de 116% na demanda por esse tipo de apólice. A Aon, outra especialista em análise de riscos e seguros, também verificou um salto de 115% na busca pela solução. Já a seguradora JLT reporta grande procura pela proteção. Segundo Marta Schuh, especialista em risco cibernético da companhia, “a demanda mais do que dobrou”.

Empresas de todos os tamanhos vão ser impactadas pela nova lei. Conforme Ana Albuquerque, gerente de linhas financeiras da Willis Towers Watson, o movimento comprova essa percepção: “temos visto procura por organizações de todos os perfis, desde companhias de capital aberto até startups”.

A promulgação da lei de dados, que entra em vigor apenas no início de 2020, intensificou os holofotes sobre um problema que cresce a uma taxa de dois dígitos ao ano — em 2017, houve um aumento de 44% nos ataques cibernéticos às empresas e pessoas no mundo, informa o relatório Cyber Security Insights da Norton, divisão da Symantec.

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